sábado, 5 de março de 2016

Ainda que seja amador



Exercer o cantar nesse torpor
Da urbanidade em que vive a poesia
É ter choro contrito todo dia,...
Ainda, que o poeta, seja um amador!


Veste a camisa, veste com fervor,
Mas, com a dor, feliz, faz parceria
E sai vendendo augúrios de alegria;
No alforje, traz boas novas a propor!

Vai poeta, são de gente, os formigueiros,
Vende pra o povo teus sonhos fagueiros!
Belo projeto, boa proposta tua!

É bonito o exercer com devoção.
“A poesia nasce no teu coração”
Mas, é legal que vá morar na rua!
Zé Salvador.

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